sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
BENEFÍCIOS DA MUSCULAÇÃO
O praticante de musculação pode ter como objetivos o aumento da força e da massa muscular, diminuição do peso e percentual de gordura corporal, melhoria do condicionamento físico e da performance esportiva, aumento da resistência muscular. Contudo, os resultados dependem da freqüência e grau de envolvimento nos treinos, da alimentação, e até mesmo da suplementação.
Um benefício da prática da musculação é utilização de exercício para a correção postural. Com a identificação do problema de desvio postural por um profissional da área, pode-se planejar o treinamento para fortalecer os músculos afetados pela má postura. A análise do especialista deve identificar exercícios e alongamentos mais adequados a cada problema.
Outros benefícios da musculação são o aumento da massa muscular, aprimoramento do desempenho esportivo, aumento da proteção dos ossos e articulações, melhora da estética corporal e favorecer o conforto na vida diária e no trabalho físico. Nas mulheres a musculação, ainda, aumenta o volume dos músculos modelando o corpo.
A musculação pode ser praticada por variados grupos de pessoas desde adolescentes a idosos passando por portadores de necessidades especiais, indivíduos com doenças como diabetes, cardiopatias (distúrbios no coração), hipertensão (pressão arterial acima do normal), pessoas em quadro pós-operatório ou recuperando-se de lesões, com possibilidade de fortalecimento muscular.
Os benefícios da musculação estão diretamente relacionados com o período no qual o praticante dedica-se aos treinos, o tipo de treinamento, com as diferentes intensidades, volumes, velocidade de execução dos movimentos, séries, intervalos entre as séries e os exercícios, e períodos de recuperação entre os treinos, estrutura óssea morfológica e a distribuição dos tipos de fibras em cada indivíduo.
A presença de um profissional na área é fundamental no processo de evolução do praticante, na definição do programa de treinamento, na identificação da execução correta dos exercícios, no correto posicionamento dos aparelhos, na orientação quanto às dúvidas.
Praticando musculação com envolvimento, sem dúvida, você terá muitos benefícios. Contudo, e necessário ter disciplina, seguir a orientação dos profissionais especializados e respeitar os seus limites.
Fonte: http://www.bemdesaude.com
domingo, 10 de abril de 2011
TREINAMENTO FUNCIONAL
O Core é uma unidade integrada composta de 29 pares de músculos que suportam o complexo bacia-pélvis-lombar.
Cada músculo do nosso corpo exerce uma função específica, funciona de maneira integrada, coordenada pelo cérebro. O mesmo acontece com os desportistas que fazem maravilhas com o corpo. Tudo isto acontece graças ao fortalecimento dos músculos que dão ao corpo uma capacidade de combinar e executar centenas de diferentes movimentos.
Apesar disso, milhares de pessoas estão impossibilitadas de praticar desportos ou mesmo fazer exercícios. Elas sofrem porque um grupo muscular, que exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, não é treinado de forma adequada. Refiro-me aos músculos profundos localizados numa região do corpo conhecida como core.
Tem as seguintes funções:
1. Manter um adequado alinhamento da coluna lombar contra a acção da gravidade;
2. Estabilizar a coluna e pélvis durante os movimentos e
3. Gerar força para os movimentos do tronco e prevenir lesões.
Os músculos são responsáveis também em dar a forma à cintura, proteger a cavidade abdominal, manter a bacia na posição correcta e ajudar a manter o tronco controlado em inúmeros movimentos desportivos. Vários desportistas treinam bastante esses músculos, como é o caso do pugilista, ginastas, atletas de artes marciais, etc.
Para a maioria dos desportos, ter o core forte é um factor de importante para um melhor rendimento. O enfraquecimento destes músculos tem consequências por vezes desagradáveis: alterações na posição da bacia, flacidez abdominal, dores na coluna lombar e até mesmo favorecendo o aparecimento de hérnias nos discos intervertebrais.
Os homens, quando engordam, tendem a aumentar a quantidade de gordura em redor da cintura, com predominância acima do umbigo, formando o famoso “pneu”, sobrecarregando ainda mais a região lombar, principalmente quando os músculos do core, particularmente os profundos estão enfraquecidos. Nas mulheres, durante o período de gravidez, os músculos da parede abdominal são alongados à medida que o feto vai aumentando de tamanho, provocando um aumento acentuado da curvatura da região lombar.
Por todas estas razões é fundamental que seja dada uma atenção especial aos músculos desta região. No entanto é, importante lembrar que ao fazer os exercícios chamados “abdominais tradicionais” estará a fortalecer os músculos superficiais e não, como a maioria imagina, a proteger a coluna ou mesmo a queimar gordura.
Para atingir este objectivo,é necessário por um lado fazer exercícios do tipo aeróbios (caminhada, corrida, bicicleta, etc.), que estimulam a mobilização da gordura como fonte de energia e por outro, manter / aumentar a massa muscular.
O que mudou no treino
As novas pesquisas mostram que alguns músculos localizados nesta região do corpo, particularmente os internos do tronco na estabilização da coluna, (em particular o transverso do abdominal, multifídos e rotadores da região lombar), estes músculos profundos contribuem para o suporte da coluna vertebral, manutenção da rigidez e produção dos movimentos mais finos, sendo essenciais na própria função e controle da região lombar.
Isto significa que fazer os exercícios abdominais tradicionais, flexão do tronco sobre a anca, com as mãos na nuca, e suas variações, acentua o fortalecimento da musculatura superficial, ou seja, do Grande Recto e os Oblíquos.
Perante estas evidências, para prevenir dores na coluna, fortalecer os músculos que dão sustentação à coluna lombar, é importante iniciar um treino utilizando exercícios isométricos (estáticos) que destacam o desenvolvimento da estabilidade e força dos músculos citados.
Os exercícios denominados em “prancha”, realizados na posição ventral, dorsal e lateral devem ser incluídos no treino para, primeiro, fortalecer os músculos profundos, estabilizadores da região do core e, a partir daí, incluir exercícios para aumentar a força e posteriormente a potência do core.
Esta é a nova recomendação para o treino equilibrado da região mais importante do corpo sob o ponto de vista funcional.
PRANCHA VENTRAL
Primeiro fique na posição inicial de uma flexão de braço normal.
Agora abaixe seus braços 90 graus e descanse seu peso nos seus ante-braços, como na figura. Seu objetivo é se manter nessa posição,com as costas retas, o máximo que conseguir.
A prancha ajuda a desenvolver a força no seu tronco, ombros, braços e glúteos (o famoso bumbum!), fazendo assim que esse exercício seja um ótimo pré-requisito para treinamentos focados em levantamento de pesos mais pesados ou para pessoas que praticam esportes de alta intensidade. Mesmo que você não esteja movendo ou levantando peso algum você está contraindo seu abdomen para se manter na posição.
Este exercício e suas variações trabalha principalmente o CORE (musculaturas da parte central do corpo, tronco), que tem como finalidade melhorar o equilibrio e
A maioria das pessoas normais, não conseguem se manter mais do que 30 segundos na posição, quando tentam pela primeira vez.
Mas se mantenha firme !!! Se você conseguir se manter na posição da Prancha por mais que 2 minutos com facilidade, você pode passar para uma das versões mais difíceis.
Levante uma perna. Com o simples movimento de levantar uma perna no ar, você aumentará dramaticamente a força exercida no seu tronco, para lutar contra a tendência natural do seu corpo de rodar.
Levante um braço. De novo, seu corpo seguirá a tendência de cair para um lado. Não deixe !!! Mantenha-se na posição !!!
Na foto tem a correta posição do exercício e uma linha que diz quão forte você está no exercício.
De 0 à 30 seg = iniciante.
De 30 seg à 01 minuto = intermediário.
De 1 à 1 minuto e meio = avançado.
De 1 min e meio à 2 mins = super-avançado.
Na posição de flexão, apoie os cotovelos no chão e concentre o peso do corpo no antebraço. Seu corpo deve ficar reto. Contraia o abdômen e segure a posição por 60 segundos. Se você não conseguir, segure por 5 a 10 segundos e descanse 5 segundos, até chegar a 1 minuto.
Dica: Mantenha os quadris e os joelhos fora do solo.
Variações
Cada músculo do nosso corpo exerce uma função específica, funciona de maneira integrada, coordenada pelo cérebro. O mesmo acontece com os desportistas que fazem maravilhas com o corpo. Tudo isto acontece graças ao fortalecimento dos músculos que dão ao corpo uma capacidade de combinar e executar centenas de diferentes movimentos.
Apesar disso, milhares de pessoas estão impossibilitadas de praticar desportos ou mesmo fazer exercícios. Elas sofrem porque um grupo muscular, que exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, não é treinado de forma adequada. Refiro-me aos músculos profundos localizados numa região do corpo conhecida como core.
Tem as seguintes funções:
1. Manter um adequado alinhamento da coluna lombar contra a acção da gravidade;
2. Estabilizar a coluna e pélvis durante os movimentos e
3. Gerar força para os movimentos do tronco e prevenir lesões.
Os músculos são responsáveis também em dar a forma à cintura, proteger a cavidade abdominal, manter a bacia na posição correcta e ajudar a manter o tronco controlado em inúmeros movimentos desportivos. Vários desportistas treinam bastante esses músculos, como é o caso do pugilista, ginastas, atletas de artes marciais, etc.
Para a maioria dos desportos, ter o core forte é um factor de importante para um melhor rendimento. O enfraquecimento destes músculos tem consequências por vezes desagradáveis: alterações na posição da bacia, flacidez abdominal, dores na coluna lombar e até mesmo favorecendo o aparecimento de hérnias nos discos intervertebrais.
Os homens, quando engordam, tendem a aumentar a quantidade de gordura em redor da cintura, com predominância acima do umbigo, formando o famoso “pneu”, sobrecarregando ainda mais a região lombar, principalmente quando os músculos do core, particularmente os profundos estão enfraquecidos. Nas mulheres, durante o período de gravidez, os músculos da parede abdominal são alongados à medida que o feto vai aumentando de tamanho, provocando um aumento acentuado da curvatura da região lombar.
Por todas estas razões é fundamental que seja dada uma atenção especial aos músculos desta região. No entanto é, importante lembrar que ao fazer os exercícios chamados “abdominais tradicionais” estará a fortalecer os músculos superficiais e não, como a maioria imagina, a proteger a coluna ou mesmo a queimar gordura.
Para atingir este objectivo,é necessário por um lado fazer exercícios do tipo aeróbios (caminhada, corrida, bicicleta, etc.), que estimulam a mobilização da gordura como fonte de energia e por outro, manter / aumentar a massa muscular.
O que mudou no treino
As novas pesquisas mostram que alguns músculos localizados nesta região do corpo, particularmente os internos do tronco na estabilização da coluna, (em particular o transverso do abdominal, multifídos e rotadores da região lombar), estes músculos profundos contribuem para o suporte da coluna vertebral, manutenção da rigidez e produção dos movimentos mais finos, sendo essenciais na própria função e controle da região lombar.
Isto significa que fazer os exercícios abdominais tradicionais, flexão do tronco sobre a anca, com as mãos na nuca, e suas variações, acentua o fortalecimento da musculatura superficial, ou seja, do Grande Recto e os Oblíquos.
Perante estas evidências, para prevenir dores na coluna, fortalecer os músculos que dão sustentação à coluna lombar, é importante iniciar um treino utilizando exercícios isométricos (estáticos) que destacam o desenvolvimento da estabilidade e força dos músculos citados.
Os exercícios denominados em “prancha”, realizados na posição ventral, dorsal e lateral devem ser incluídos no treino para, primeiro, fortalecer os músculos profundos, estabilizadores da região do core e, a partir daí, incluir exercícios para aumentar a força e posteriormente a potência do core.
Esta é a nova recomendação para o treino equilibrado da região mais importante do corpo sob o ponto de vista funcional.
PRANCHA VENTRAL
Primeiro fique na posição inicial de uma flexão de braço normal.
Agora abaixe seus braços 90 graus e descanse seu peso nos seus ante-braços, como na figura. Seu objetivo é se manter nessa posição,com as costas retas, o máximo que conseguir.
A prancha ajuda a desenvolver a força no seu tronco, ombros, braços e glúteos (o famoso bumbum!), fazendo assim que esse exercício seja um ótimo pré-requisito para treinamentos focados em levantamento de pesos mais pesados ou para pessoas que praticam esportes de alta intensidade. Mesmo que você não esteja movendo ou levantando peso algum você está contraindo seu abdomen para se manter na posição.
Este exercício e suas variações trabalha principalmente o CORE (musculaturas da parte central do corpo, tronco), que tem como finalidade melhorar o equilibrio e
A maioria das pessoas normais, não conseguem se manter mais do que 30 segundos na posição, quando tentam pela primeira vez.
Mas se mantenha firme !!! Se você conseguir se manter na posição da Prancha por mais que 2 minutos com facilidade, você pode passar para uma das versões mais difíceis.
Levante uma perna. Com o simples movimento de levantar uma perna no ar, você aumentará dramaticamente a força exercida no seu tronco, para lutar contra a tendência natural do seu corpo de rodar.
Levante um braço. De novo, seu corpo seguirá a tendência de cair para um lado. Não deixe !!! Mantenha-se na posição !!!
Na foto tem a correta posição do exercício e uma linha que diz quão forte você está no exercício.
De 0 à 30 seg = iniciante.
De 30 seg à 01 minuto = intermediário.
De 1 à 1 minuto e meio = avançado.
De 1 min e meio à 2 mins = super-avançado.
Na posição de flexão, apoie os cotovelos no chão e concentre o peso do corpo no antebraço. Seu corpo deve ficar reto. Contraia o abdômen e segure a posição por 60 segundos. Se você não conseguir, segure por 5 a 10 segundos e descanse 5 segundos, até chegar a 1 minuto.
Dica: Mantenha os quadris e os joelhos fora do solo.
Variações
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
ORIGEM DA CORRIDA
A corrida é praticada pelo ser humano desde a pré-história, esta habilidade foi desenvolvida instintivamente como artifício para sua própria sobrevivência para fugir de predadores ou inimigos, e também para caçar suas presas. Com o tempo, o Homem se tornou sedentário e começou a produzir seu próprio alimento, não tinha a necessidade de se locomover para conseguir alimentos e nem mais predadores, se tornando o topo da cadeia alimentar. A corrida foi então usada mais tarde como treinamento para soldados e depois aprimorada para competições.
Na Grécia antiga foram organizadas as primeiras competições, a maratona inclusive foi criada para homenagear o soldado grego Pheidippides, que segundo a lenda, no ano de 490 a.C. os gregos haviam vencido os persas da batalha de Maratona, e coube a tarefa de levar a boa notícia até a cidade de Atenas, ele correu cerca de 35 km e ao chegar só teve tempo de dizer “vencemos” e caiu morto. Mas na verdade a tarefa foi mais árdua e importante. Pheidippides foi encarregado de ir até Esparta pedir reforços quando os persas estavam chegando à Grecia, cerca de 240 km, correndo! Levou dois dias só para chegar a Esparta para pedir ajuda e levou um não como resposta. Os espartanos estavam comemorando o festival de Artemis se recusaram a ajudar, só restou a Pheidippides correr de volta os 240 km para dar a má notícia. Mas Pheidippides não era um caso a parte, pois foi através da corrida que os atenienses venceram os persas.
As corridas de rua surgiram na Inglaterra no século XVIII onde se tornaram bastante populares, se expandindo depois para o restante da Europa e Estados Unidos. No final do século XIX as corridas de rua ganharam um impulso após a primeira maratona olímpica, com os Estados Unidos tendo o número mais expressivo de praticantes.
Por volta de 1970, surgiu o “jogging boom” baseado na teoria do médico norte-americano Kenneth Cooper que difundiu seu famoso “Teste de Cooper”, tornando-se até sinônimo de corrida, a partir de então a modalidade cresceu de uma forma arrebatadora. A participação de corredores comuns junto com os corredores de elite na mesma prova aconteceu também nesta época, o que ajudou a estimular ainda mais a prática da modalidade.
Hoje as corridas de rua são bem populares em todo mundo. São praticadas na maioria por atletas amadores que buscam melhorar e aumentar sua qualidade de vida através da prática esportiva.
Você também pode ser um corredor, basta querer e arranjar um tempo na sua agenda. Antes consulte seu médico e procure um Profissional de Educação Física para que você corra com saúde e minimize o risco de lesões.
Um forte abraço,
Nielsen Silva
Fonte: Corrida de rua: análise do crescimento do número de provas e de praticantes. SALGADO, José Vítor Vieira. MIKHAIL, Mara Patrícia Traina Chacon. Unicamp, 2006.
www.webrun.com.br
www.portalsaofrancisco.com.br
Na Grécia antiga foram organizadas as primeiras competições, a maratona inclusive foi criada para homenagear o soldado grego Pheidippides, que segundo a lenda, no ano de 490 a.C. os gregos haviam vencido os persas da batalha de Maratona, e coube a tarefa de levar a boa notícia até a cidade de Atenas, ele correu cerca de 35 km e ao chegar só teve tempo de dizer “vencemos” e caiu morto. Mas na verdade a tarefa foi mais árdua e importante. Pheidippides foi encarregado de ir até Esparta pedir reforços quando os persas estavam chegando à Grecia, cerca de 240 km, correndo! Levou dois dias só para chegar a Esparta para pedir ajuda e levou um não como resposta. Os espartanos estavam comemorando o festival de Artemis se recusaram a ajudar, só restou a Pheidippides correr de volta os 240 km para dar a má notícia. Mas Pheidippides não era um caso a parte, pois foi através da corrida que os atenienses venceram os persas.
As corridas de rua surgiram na Inglaterra no século XVIII onde se tornaram bastante populares, se expandindo depois para o restante da Europa e Estados Unidos. No final do século XIX as corridas de rua ganharam um impulso após a primeira maratona olímpica, com os Estados Unidos tendo o número mais expressivo de praticantes.
Por volta de 1970, surgiu o “jogging boom” baseado na teoria do médico norte-americano Kenneth Cooper que difundiu seu famoso “Teste de Cooper”, tornando-se até sinônimo de corrida, a partir de então a modalidade cresceu de uma forma arrebatadora. A participação de corredores comuns junto com os corredores de elite na mesma prova aconteceu também nesta época, o que ajudou a estimular ainda mais a prática da modalidade.
Hoje as corridas de rua são bem populares em todo mundo. São praticadas na maioria por atletas amadores que buscam melhorar e aumentar sua qualidade de vida através da prática esportiva.
Você também pode ser um corredor, basta querer e arranjar um tempo na sua agenda. Antes consulte seu médico e procure um Profissional de Educação Física para que você corra com saúde e minimize o risco de lesões.
Um forte abraço,
Nielsen Silva
Fonte: Corrida de rua: análise do crescimento do número de provas e de praticantes. SALGADO, José Vítor Vieira. MIKHAIL, Mara Patrícia Traina Chacon. Unicamp, 2006.
www.webrun.com.br
www.portalsaofrancisco.com.br
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
TROMBOSE VENOSA PROFUNDA
A trombose venosa profunda é um coágulo sanguíneo que se forma em uma veia profunda no corpo. A maioria dos coágulos em veia profunda ocorre na coxa ou perna, mas também podem acontecer em outras partes do corpo. O coágulo em uma veia profunda pode se quebrar e viajar através da corrente sanguínea. Quando o coágulo viaja até o pulmão e bloqueia o fluxo sanguíneo, essa condição é chamada embolia pulmonar, a qual é uma condição médica séria. A embolia pulmonar pode danificar os pulmões e outros órgãos do corpo e causar morte. Os coágulos sangüíneos nas coxas são os que têm maior probabilidade de quebrar e causar embolia pulmonar. Coágulos sanguíneos também podem se formar em veias perto da superfície da pele, porém estes não se quebram e causam embolia pulmonar.
Causas da trombose venosa profunda
O coágulo sanguíneo pode ser formar em veias profundas quando:
* Ocorre dano no revestimento interno da veia. Essa dano pode ser resultado de lesões causadas por fatores físicos, químicos ou biológicos. Tais fatores incluem cirurgia, lesão séria, inflamação ou resposta imunológica.
* O fluxo sanguíneo é lento. A falta de movimento pode causar fluxo sanguíneo lento. Isso pode ocorrer depois de cirurgia, se a pessoa está doente na cama por muito tempo ou realizou viagem muito longa.
* O sangue é espesso e tem maior probabilidade de coagular do que o normal. Certas condições hereditárias aumentam a tendência do sangue coagular. Isso também ocorre quando há tratamento com terapia de reposição hormonal ou uso de pílula anticoncepcional.
Quem tem maior risco de desenvolver trombose venosa profunda
Muitos fatores elevam o risco da pessoa desenvolver trombose venosa profunda, como:
* Histórico de trombose venosa profunda.
* Desordens ou fatores que fazem o sangue ficar mais espesso ou com maior probabilidade de coagular do que o normal. Certas desordens sanguíneas hereditárias, como o fator V de Leiden, tem influência sobre isso, assim como tratamento com reposição hormonal e uso de pílula anticoncepcional.
* Lesão em uma veia profunda devido a cirurgia, osso quebrado ou outro trauma.
* Fluxo sanguíneo lento na veia profunda devido à falta de movimento. Isso pode ser devido a cirurgia, se ficou doente de cama por muito tempo ou se realizou viagem longa.
* Durante a gravidez e nas três semanas depois do parto.
* Tratamento corrente ou recente contra câncer.
* Cateterismo venoso central. Um tubo é colocado na veia para permitir acesso à corrente sanguínea para tratamento médico.
* Ter mais de 60 anos de idade, apesar da trombose venosa profunda poder ocorrer em qualquer faixa etária.
* Está obeso ou com sobrepeso.
O risco de desenvolver trombose venosa profunda aumenta se a pessoa tiver mais de um dos fatores de risco relacionados acima.
Sintomas e sinais da trombose venosa profunda
Os sinais e sintomas da trombose venosa profunda pode estar relacionados à própria ou à embolia pulmonar. Caso a pessoa tenha sintomas de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar deve procurar ajuda médica imediatamente. Apenas em torno da metade das pessoas com trombose venosa profunda apresentam sintomas, os quais ocorrem na perna afetada e podem incluir:
* Inchaço na perna ou ao longo da veia na perna.
* Dor ou sensibilidade na perna, a qual pode ser sentida somente ao ficar de pé ou caminhar.
* Calor maior na área da perna que está inchada ou doendo.
* Pele avermelhada ou descolorada na perna.
Sintomas da embolia pulmonar:
* Falta de ar inexplicada.
* Dor ao respirar profundamente.
* Tossir sangue.
Tratamento para trombose venosa profunda
Os principais objetivos do tratamento para trombose venosa profunda são:
* Interromper o crescimento do coágulo sanguíneo.
* Prevenir o coágulo sanguíneo de quebrar e mover para os pulmões.
* Reduzir as chances de ter outro coágulo sanguíneo.
Anticoagulantes são os medicamentos mais comuns para tratamento de trombose venosa profunda. Eles diminuem a capacidade do sangue coagular e interrompem o crescimento dos coágulos já existentes. Entretanto, anticoagulantes podem quebrar os coágulos já formados. O tratamento para trombose venosa profunda.com anticoagulantes geralmente dura de 3 a 6 meses. O efeito colateral mais comum dos anticoagulantes é sangramento. Isso acontece se o medicamento afinar demais o sangue. Pessoas tratadas com anticoagulantes geralmente fazem teste de sangue regularmente para medir a capacidade de coagulação.
Outros medicamentos usados no tratamento da trombose venosa profunda são os inibidores de trombina, o quais interferem com o processo de coagulação sanguínea. Também podem ser usados trombolíticos no tratamento, os quais são medicamentos que dissolvem rapidamente o coágulo sanguíneo. Uma vez que os trombolíticos podem causar sangramento abrupto, eles são usados somente em situações específicas para tratar grandes coágulos que causam sintomas graves.
Outro tipo de tratamento para trombose venosa profunda é o filtro de veia cava. Ele é utilizado quando a pessoa não pode tomar anticoagulantes ou se estes não conseguiram impedir o desenvolvimento de coágulos. Um filtro é inserido dentro de uma grande veia chamada cava. Esse filtro captura o coágulo sanguíneo que quebra na veia antes dele mover para o pulmão. Isso previne a embolia pulmonar, porém não impede e a formação de novos coágulos.
Também podem ser usadas meias de compressão gradual para tratamento da trombose venosa profunda. Essas meias visam reduzir o inchaço que pode ocorrer depois de um coágulo se desenvolver na perna.
Tradução: copyright © 2008 por Helio Augusto Ferreira Fontes
Texto: National Heart, Lung, and Blood Institute
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
CIRURGIA DO TORNOZELO


O Pinçamento Anterior do Tornozelo representa uma síndrome, onde um conjunto de causas provoca dor no tornozelo. Geralmente esta síndrome é causada por lesões antigas ou não adequadamente tratadas, tais como lesões de ligamentos geradas nas torsões.
Todo pinçamento se caracteriza por duas estruturas ou tecidos que se tocam de forma anormal durante o movimento. Estes tecidos podem ser pequenos ossos que se tornam proeminentes (osteófitos) ou tecidos moles (restos de ligamentos).
A primeira descrição desta síndrome foi relatada por Morris em jogadores de futebol que apresentavam dor localizada na região anterior (frente) do tornozelo. Atualmente tais lesões são encontradas na maioria dos esportes e podem causar limitações importantes.
Na parte da frente do tornozelo (região anterior da tíbia) há a formação de osteófitos, que são bicos ou proeminências ósseas. Da mesma forma, temos a formação de osteófitos no tálus, o primeiro osso abaixo da tíbia, e que se articula com ela nos movimentos de flexão e extensão do tornozelo.
Os sintomas incluem dor nos extremos do movimento, o que leva à limitação da amplitude. A dor é gerada quando movimentamos o tornozelo para cima, principalmente durante a corrida em subida, onde o pinçamento ocorre mais facilmente. Podemos notar nos casos mais antigos, irregularidades ósseas visíveis no tornozelo acompanhadas de instabilidade e inchaço crônico (aumento da produção do líquido articular).
As radiografias do tornozelo demonstram formação óssea anormal na parte da frente da tíbia e também no tálus. As radiografias realizadas com o tornozelo em extensão (movimento do tornozelo para cima) podem demonstrar o contato dos osteófitos da tíbia com o tálus.
O tratamento inicial é conservador e consiste na elevação do calcanhar com a utilização de calcanheiras para evitar o pinçamento, além do uso de antiinflamatórios sob prescrição médica e fisioterapia. A utilização de órteses e bandagens elásticas podem ser úteis, porém apenas restringem o movimento do tornozelo.
A cirurgia é o tratamento definitivo para a remoção dos bicos ósseos (osteófitos) e pode ser feita tanto por via aberta como através da artroscopia e está indicada quando o tratamento conservador não resolver.
Algumas lesões que provocam pinçamento no tornozelo envolvem partes moles e são chamadas lesões meniscóides. As lesões meniscóides são definidas como a transformação em fibrocartilagem de um ligamento previamente rompido após a torsão do tornozelo não tratada. Frequentemente estas lesões meniscóides ficam localizadas entre o tálus e o maléolo lateral (osso lateral do tornozelo), A remoção destas lesões através da cirurgia artroscópica propicia melhora significativa dos sintomas.
A reabilitação do tornozelo também é fundamental, objetivando-se ganhar movimento, fortalecimento e melhora da dor, com retorno às corridas o mais brevemente possível.
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